Seg - 26.11.2018 - 08 h 07 m
São olhos que veem
O que a boca fala,
sem se pronunciar,
O que os ouvidos
deixaram
De ouvir ou não,
O que a mente
conversou,
No seu diálogo
interno.
Aversos, às vezes,
O que se expressa a
língua,
Refazendo verbetes
Pra não ser
descortês,
Mantendo a calma,
Dominando as
intempéries,
Pra ficar acima do
conflito.
Deixando de dizer
O que dar na telha,
Evitando jogar vozes
Ao vento,
confabulando
Com o silêncio,
Meditando antes,
Para não chorar
depois.
Faça disso uma
opção,
Aprenda que vencer
É convencer, sem
precisar
Ganhar; é perder sem
nunca
Ter perdido,
ressignificando
O fato, enfeitando o
prato,
Sem ressentimentos,
Voando que nem
condor,
Alcançando a
plenitude
Da alma, com suave
idade,
Livres, sem amarras,
No levitar sutil,
Das percepções
Cognitivas.
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