Que saudade de você.
Lá, a vida era mais
Tranqüila e
charmosa,
Deixando-me, mais
aliviado,
Por sua pronúncia
Continuar
Tremendo.
Ali, o:
EI, OI EU,
Creem, deem, leem,
veem,
E seus VOOS ilhados,
com perdoo, sem
enjoos
Eram que nem ônibus,
não
Tinha passageiros em
pé.
Hoje: Pera pera e
para
a maçã para tudo de
novo,
Semente, sem mente,
que
Cimenta por si, sem
pôr do sol,
No pôde, sem pódio,
na ante-sala
Dos desencontros
juntos do seu pode.
Que saudade de você...
Acolá, não precisava
Do contexto
para se entender.
Sua palavra bastava.
Exceto outras tantas
iguais a ti:
Que se escreve,
amarra
Pertencendo ao
conde:
Que manga,
Cortando a manga
Dobrando a manga
Tocando fogo na
manga,
Montado no seu
Manga-larga,
Sem acender o
lampião,
com seus galopes de:
Pelo pelo,
Pela pela
Pô-los polo polo,
Do sal dado,
Com sol dando
Sem cabê-los
Nos seus poros.
Nenhum comentário:
Postar um comentário