Dom - 03.03.2019 - 06 h 35 m
Quando vermes
Nos fizermos,
Na dor do si,
Sem lá de mim,
Enoitecendo
O sol, sem nos
redimir,
No sofá, sem
lágrima.
Enquanto a dor
doída,
For sumo do amor
moído,
Insumo do meu
Riso, resumo
Do seu nada
Nas telas do
Meu atelier.
Conquanto a morte
For a razão dos
FORTES,
A insensatez do seu
Consorte, uma
questão
De sorte, um retorno
Mais cedo à terra
nua,
Que não são suas.
Os vermes
Se banquetearão,
Sordidamente,
A dor alheia
Dos seus narcisismos
Adoçando os céus de
suas
Bocas infernais, comum a mente.
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