Sab - 02.02.2019 - 18 h 07 m
Que pais é esse que
transforma
Oitenta e um em
oitenta e dois
Em nome da
moralidade
Inexistente,
invocando
Voto secreto
modernidade,
Rasgando cédulas,
sem envelopes,
Triturando as outras
mais?
Transformando
eleição, num
Jogo de empurrões
monocráticos,
Em meio as duas votações,
Pondo a câmara alta,
Na cama de gato, com
Latidos de cães
raivosos
Dos seus ratos,
Cobrando do povo
O que vocês não são,
Pedindo dele o que
Vocês não têm: A
eloquência
Rouca de uma
multidão
Sem
voz, nos seus discursos
Murmurados
ao vento.
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