Qua - 25.04.2000
Vinte e cinco
De abril de
Mil novecentos
E oitenta e cinco,
Uma flor do laço
Se
Abriu,
Exalando o mais puro
Perfume pueril, em se
Fazer de uma linda boneca
De carne, nos seus dois quilos
E oitocentos gramas,
Em 48 centímetros
De mais pura fofura.
Criança, boneca de braço,
Menina, boneca no braço,
Sem o tempo parar no espaço,
Vai se a bebê-criança-menina,
Vestida de uma linda moça,
Com a inocência dos sonhos
Da adolescência.
Deixando de lado a criancice,
Sem nunca perder a meiguice,
Trazendo consigo a criança,
Dos seus castelos de areia,
Sem ventos para destruí-los,
Escrevendo na praia o seu nome,
Sem maré para apagá-lo.
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