A ignorância,
Tez da estupidez,Com sua trepidez,
Não se permite ser capaz,
Tornando-se capataz,
No cartaz do algoz,
Sem voltar atrás.
Com ou sem talvez,
Deixando tudo pra trás,
Madura ou de vez,
Na flacidez
Da embriaguez
De sua altivez,
Sem nunca ser cortês,
Na insipidez
De sua rispidez,
Na cerviz solidez
Da acidez de sua rigidez,
Sendo o pez da nudez,
Da palidez da rudez,
Do xadrez da sua viuvez,
Na acertiva estranhez
Abortiva de sua prenhez
Da assertiva lucidez
Apenso do seu córtex aos pés,
Sem maciez, na robustez
Da sua paridez, com a polidez,
De sua cicatriz, sem deixar um triz:
Sem nunca ser atriz.
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