Sab - 27.10.2018 - 06 h 23 m
Noventa, noventa e
cinco
São iguais a
Sessenta e um,
cinquenta e sete,
Tais quais são
Quinze, vinte e
dois,
Em relação a doze,
treze,
Nos contando tempo.
Matematicamente,
impossível,
Humanamente,
possível,
Fora de qualquer
parábola,
Nos foros
convergentes humanísticos,
Sem axiomas
descritos,
Nos teoremas de
nossos poemas
De amor
imprescritível.
Um conjunto vazio
No produto
cartesiano;
Que eu e tu, em
conjunto,
O tornamos unitário,
No côncavo, convexo
Da vida,
Sem figuras
geométricas.
No compasso musical,
Sem se geometrizar,
Sem transferir dor,
Em meio a
reticências,
Sem pontos finais,
Nas retas infinitas
De Naimir.
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