Qui - 07.09.2017 - 09 h 15 m
O presente é dádiva,
Em que o ente se sente,
No pré e no depois, sempre.
Até que o passado,
Passa assado,
Sendo tu Ado ou não,
Transformando tu e os outros,
No futuro do pó,
Se disso não passares.
Mesmo assim!
Continuas na exaltação,
Sem te preocupares
Com tua última exalação,
Quando os vermes
Te fizerem companhia.
Só por que
Embaralhaste
O teu presente,
Te fazendo amante
Do teu ENTE nacisista,
Te tornando PreAuSente,
Sendo poeira,
simplesmente.
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