Dom - 08.03.2020 07 h 02 m
Somos homens,
No ser mulher
Todos os seus
Dias,
Na vida inteira
De sua
Divisibilidade.
Na visibilidade de
Nossa invisibilidade,
Desde seu ventre, ou não,
Ainda que abandonada,
Sozinha não se sentirá.
Por levar consigo
O seu próprio olhar.
Vem se o choro,
Criança se nos fazemos,
Seu berço nos tornamos,
Em açoites suaves dos
Seus amores,
Entre canções de ninar
E afagos de sua amabilidade.
Não mudando em nada nas
Intempéries da adolescência,
Nem muito menos
Nos temporais dos adultos,
Com raios de já cresci,
Com trovões de hoje
Eu posso.
E nós, aqui,
Empolgados
Com os vendavais
Mundanos,
Deixamos de lado
As suavidades de
Suas brisas:
Logo,
Ela!
O melhor do nosso ele,
Que Deus a fez
Especial,
Constituindo-a de carne,
O que antes era só barro.
Mas, mesma, assimLogo,
Ela!
O melhor do nosso ele,
Que Deus a fez
Especial,
Constituindo-a de carne,
O que antes era só barro.
Ela nos vem, com seus
Encantos de
Menina, Moça, mulher,
Nos ensinando o verbo
Amar, e nós, sem tempo,
Para conjugarmos.
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