Dom 05.04.2020 - 08 h 17 m
Nunca
O
Tão
Próximo
Ficou
Tão
Longe.
Nunca
Os
Braços
Ficaram
Sem
Os seus
Abraços.
Nunca
As
Mãos
Permaneceram
Tanto
Tempo
Sem se apertarem.
Nunca
A
Boca,
Em toda
História
Humana,
Deixou
De ser beijo.
Quando o
Nunca
Emudecer
De novo,
E
O talvez
Deixar de existir.
Quando o
Longe
Continuar
Bem longe, e
O perto, bem, perto,
Que não caiba
De tão próximo:
Aprenderemos
A lição de vez,
Que celular não
É PELE humana,
Mas touchscreen
Somente a distância,
Na Net da nossa saudade.
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