Seg - 22.12.2014
Na passividade
Da nudez,
Da fome,
Da sede,
Das doença,
E das prisões
Dos que NADA TEM,
No abandono
Total do próximo,
Como se eterno
Permanecêssemos,
Coroando-os
Com nossos
Espinhos.
Esquecendo que
O Dono do ouro,
Da Prata e de tudo
Que no mundo há,
Nos Presenteia com
O SEU MAIS
PRECIOSO
BEM:
Que de braços abertos
Vem pra nos abraçar,
E nós, desleixadamente,
O deixamos,
De braços estendidos,
Fixado na cruz, como
Nossos doces cravos.
E a gente, aqui,
Se achando o máximo,
Lavando,
Mais uma vez,
As mãos,
Com as lágrimas
De nossos sorrisos,
Como
Se fossemos
Dez humanos
E
Não,
Simplesmente,
Desumanos.
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