Ter - 20.09.2921 - 17 h 57 m
AdemirÁvel versejar
Árvore
Que, com
A tua sombra,
Nos faz repousar, da
Fadiga da labuta do suor
Do nosso cada dia, sem dar
Para ti tempo, para os teus brotos,
Em novas copas, um a um, muitos
Ninhos com as aves e pássaros
Esperando voar, se o bendito
Agro te deixar floresta,
Esquecendo que sem
Ti, nicles
Haverá.
Árvore,
Que amada,
Não seria queimada,
Pela ganância da selva
Do capital. Árvore! Celeiro de
Poucos, fome de muitos, na mata,
Sem mata da serra faminta de lucro,
Da natureza morta, sem mais se ver
Bela flora, dizimando a nossa fauna
Te explorando, ainda, no Paraíso,
Quando, somente, três eram:
Árvore! Que amada:
Queimada nunca
Seria.
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