Dom 11.11.2018 - 06 h 05 m
Venho a ti, LUZ À MIRA:
Para adoçar
Com minhas
CANÇÃO DE NINAR
Um pouco de amargo
Que a vida é,
Sem jamais perder
As doçuras, no seu azedume.
CONSTRUINDO O ABSTRATO
Materializado
No inexistente,
Fotografado pela
Minha mente e pele,
Reveladas das negativas
Dos absurdos humanos,
Falando do meu amor:
DAS TREZE ÀS DOZE:
COM VOCÊ,
Onde Shakespeare,
Com certeza,
Trocará Julieta por ti,
E amar será intransitivo.
Vivendo o agora, sem me
Preocupar com o depois,
Esse tempo futurista,
Que me faria pensar que
Outro dia eu o teria. Mas aí:
E SE NÃO HOUVER AMANHÃ?
Como ficarão meus ais.
Mostrando que a nossa
Patriamada, por enquanto
Está mais para PATRIANADA,
Não que tu não sejas
mãe gentil, com filhos outros,
Mas, Muitos dos "teus filhos"
Em berço esplêndido, deitados,
Assim, ainda, os deixam,
Tudo isso por quê
Uma sociedade
Impávida,
A Gritos DE APARTHEID,
Os fazem órfãos,
Se tornando
SOCIENADA,
Esquecendo
Que LUZ À MIRA,
A luz chamado
Cristo, separada,
Só uni, E que junta
Tem nome de mulher,
Em homenagem à minha mãe.
Nos seus marcadores seis,
Desse Blog, em quantidade
Seis, em seus dias: 6, 12, 13
15, 22 e 28 de cada mês,
Que compõem o ano,
Já vista por trinta e um
Países.
Nenhum comentário:
Postar um comentário