quinta-feira, 15 de fevereiro de 2024

Luz à mira

 Dom 11.11.2018 - 06 h 05 m


Venho a ti, LUZ À MIRA:


Para adoçar

Com minhas

CANÇÃO DE NINAR

Um pouco de amargo

Que a vida é,

Sem jamais perder

As doçuras, no seu azedume.


CONSTRUINDO O ABSTRATO

Materializado

No inexistente,

Fotografado pela

Minha mente e pele,

Reveladas das negativas

Dos absurdos humanos,


Falando do meu amor:

DAS TREZE ÀS DOZE:

COM VOCÊ,

Onde Shakespeare,

Com certeza,

Trocará Julieta por ti,

E amar será intransitivo.


Vivendo o agora, sem me

Preocupar com o depois,

Esse tempo futurista,

Que me faria pensar que

Outro dia eu o teria. Mas aí:

E SE NÃO HOUVER AMANHÃ?

Como ficarão meus ais.


Mostrando que a nossa

Patriamada, por enquanto

Está mais para PATRIANADA,

Não que tu não sejas

mãe gentil, com filhos outros,

Mas, Muitos dos "teus filhos"

Em berço esplêndido, deitados,

Assim, ainda, os deixam,


Tudo isso por quê

Uma sociedade

Impávida,

A Gritos DE APARTHEID,

Os fazem órfãos,

Se tornando

SOCIENADA,


Esquecendo

Que LUZ À MIRA,

A luz chamado

Cristo, separada,

Só uni, E que junta

Tem nome de mulher,

Em homenagem à minha mãe.


Nos seus marcadores seis,

Desse Blog, em quantidade

Seis, em seus dias: 6, 12, 13

15, 22 e 28 de cada mês,

Que compõem o ano,

Já vista por trinta e um

Países.

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