Seg - 26.05.2025 - 16 h 23 m
Vivendo o agora,
Sem me tornar banco de horas,
Sem querer ser memória,
Vou escrevendo história,
Enquanto meus passos
Forem do tempo comparsa,
Eu serei a reta do meu compasso,
Sempre com teus abraços.
Vivendo cada idade,
Sem fazer do ontem, saudade,
E muito menos lembrança da mocidade,
Dos dias a mais presenteados,
Pelos dias a menos da bengala,
Deixada, por mim, no canto da tua sala.
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