Seg - 14.08.1980
Tu que te fazes juízes,
No mundo louco desvairado,
Supondo o certo e o errado
No fardo de outras cruzes.
Tu que não vais além do mundo exterior
Mas faz-te dono da verdade,
Condenando quem e os quê
Sem reconhecer os seus porquês.
Tu que falas sem queres ouvir,
Que tudo vês, sem nada enxergar
Faz do teu próximo um caminho
E vá com ele a peregrinar.
Se quiseres os outros conhecer,
Sai da tua esfera
E venha ao mundo dos outros mergulhar
E ouve-os antes de condená-los.
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