Sex - 14.06.1993
Quem esquecerá?
Desse pai-marido coruja,
Neto-genro de vó,
Que com seus carões
Brigava com seus
Filhos, só, para
Carinhosamente,
Imediato dizer sim.
Quem não lembrará?
De suas prosas mnuciosas,
Cheias de lá vai, lá vem,
Repletas de movimentos,
Contadas com sentimentos,
Prendendo-nos a respiração,
Pra não perdemos uma vírgula
De suas emoções.
Quem não recordará?
Do homem rapaz faceiro,
Em suas eternas
Mãos nos bolsos,
Aos sons constantes
De arrastos de chinelos
E doces assobios melódicos,
Do Guerreiro guerreiro da paz.
É impossível nossas
Lembranças existirem
Sem esses e outros
Momentoos que te
Fizeram único,
Em nossas vidas.
Obrigado Deus,
Por sermos você.
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