sexta-feira, 28 de julho de 2017

Isana loucura

Qui - 27.10.2016 - 05 h 35 m

Parece briga de amarelos,
Nos adultos de quatro cores,
Na queda de braço dos poderes,
Na república do MADURO,
Chamando a toga de juizeco,
Com ministro sendo
Chefete de polícia,
Dando bom dia a cavalo,
Depois  da varredura da Métis,
No lambuzo do poder,
Sem chegar lugar algum.

Deixando o estado verde,
Com elogia da loucura,
Nesse país de Erasmo,
Sem Roterdã,

Na hegemonia, sem harmonia,
Nos independestes dependentes
De um só presidente,
Deixando o povo sem
Thomas Morus,

No castelo do mal que veio,
Com os quatro sempre sorridentes,
Sem se importarem se estamos
Ou não contentes.

Afinal o que és o povo?
Senão o bobo eterno de tua corte,
Sempre vestindo e divertindo
Essa gente, com teu voto,
Sem (vês-te).

O que é o voto?
Senão uma arcada de dente,
Na meta(morfose) Eleitoral de gente,
No país verde, que nunca fica maduro,
Na fazenda dos três, se fazendo um,
No estado sem povo, novamente!

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