Dom - 11.11.2016 - 07 h 44 m
Nas balanças de Onde estão
Muitos pesos As muitas
Das vendas De dois gumes
Que verem, Que ainda restam
Cega a espada, No equilíbrio
Deixando o povo Da balança,
sem sega, Com seus lustres,
A brindarem Na justiça de todos,
De 55. Sem direitos?
Espada! Espada! No silêncio
Por que repousas Do povo!
Serena! O único
Na bainha dos teus Que pode
Ilustres, Dar jeito,
Fazendo tua balança Se
Signo, Fazendo
Na tua cegueira de EXCELÊNCIA
Luxo, de todos
Nos reinãos DE NOVO
Da tríplice sem reis nam
Coroa? De ninguém.
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