terça-feira, 25 de setembro de 2018

Para sempre

Sab - 08.09.2018 - 14 h 57 m

De ti ficou,
Nesse momento,
O esqueleto
Da modernidade,
Sem tuas árvores
Que te
Sombreavam,

Sem portão,
Sem nada mais
Que te traga
À mente,
A não serem as
Lembranças das
Minhas saudades,

Que o
Modernismo,
Em vão,
Insiste
em
Te
Ocultar.

Mesmo, quando,
Tudo tiver acabado,
E só jovialidade Tu fores:
Vá ter, comigo, O meu olhar,
Se pedrinha tua houver ou não:
Eu voltarei a ti, Como se  tu,
ainda, lá Estivesses.

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