Na sega que cega,
Dos seus pratos
Baratianos,
No amanhecer de
direitos,Sem anoitecer de justiça,
Te fazes instâncias, nas
Primaveras de tuas pragas,
Sem Egito.
Na venda à venda,
Do dura lex sed lex
No latim, sem português,
Com seus pratos a limpo,
Sem lavarem as mãos,
Os Pilatos vão te curtindo
Como seus baratos mais caros.
Sem se ver incompetente,
Vai conjugando todos os verbos,
Exceto verbo julgar
Do Dura lex, sed lex,
Do seu preferido inseto,
Sem levar suas mãos
Aos chinelos.
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