Quantos segredos
guardados
Em ti,Quantos amores jurados
Em vão,
Envolvidos nas camas
Do teu mangue,
Pagos até hoje em vintém
Nas figuras ilustres
Desfigurados,
Sequiosos de desejos
E devaneios,
Dos seus nobres
Cavalheiro, distintos,
Pagando o mesmo tostão.
Entrando cheio
De seu vazio,
Sentindo só cheiro
De si,
Nos seus orgasmos
Inúmeros, inúteis,
Torrando a carne sem preço,.
Rasgando a nudez de
Sua veste humana,
Cobrindo com seus
Mantos carnais
O pudor lascivo, desmedido
De suas ignomínias
Sem lhe dar nenhum apreço.
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