Sex - 14.12.2018 - 08 h 22 m
No descanso do seu
cansaço,
Dormindo, permanece,
despreocupado,
Na cama de uma
calçada, sem papelão,
Ao relento
esquecido,
Ocupando, ali, seu
tempo,
Sem buscar culpado,
De sua barba
grisalha, sem alento.
No entra e sai de
gente
A se alimentar, se
desviando
Pra não o machucar.
Sem se acordar e nem
ao
Menos se mexer, por
mais
Que os roncos de
motos e carros
Passem a riscarem
asfalto
Não sei se seu sonho ou pesadelo,
Alguma coisa o fez,
de sua inercia, sair.
Mas mesmo assim,
continua a dormir,
Pouco se importando
com o tempo
Frio que está lá
fora, na frenesi
De carros, motos,
transeuntes,
Na contramão de sua
vida, agora.
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