Sab – 23-07-2010 - 08h 02m / 11h04m
O outro filho fazia do seu lar
CASA de estranho.
O Filho pródigo disse:
Pai! Dai-me o que é meu.
E nós que filhos somos?
O bonzinho, que promete,
Mas não cumpre;
Ou que diz não,
Mas se arrepende com seu SIM.
O filho
pródigo partiu,
Fazendo de
estranhos amigos,
Dissipando
seus bens com todos,
Sorrindo pra
vida à toa,
Gastando e
passando troco,
Até ficar
sem um toco,
Permanecendo
sem todos e sem poucos
Por não ter
investido nada,
Achando que
o seu muito era tudo.
Graças
ao filho pródigo,
Que se arriscou e partiu,
O outro
com sua parte,
Ficou
nas asas do pai,
Sem
dissipar seus bens,
Comendo
do bom e do melhor
Sem se
preocupar com ninguém,
Porém,
resmungando ficou,
Como se
a estranho estivesse.
Distante, sem nada
E se achando sem ninguém
O filho pródigo ganha vida,
Trabalhando numa pocilga.
Desejando matar sua fome
Com as bolotas que os porcos comiam,
Lembrou-se que seu
Pai, certamente
Lhe seria, como era com os seus,
O melhor de seus patrões.
E nós o que hoje Faríamos?
Com certeza ligaríamos,
Como se nada acontecesse:
Coroa mande dinheiro,
Pois o meu acabou faz tempo,
Estou liso, leso e louco,
Assim não posso ficar,
Ou mande alguém me buscar.
Pois é melhor pra nós três.
E assim fez:
Voltou como empregado
E pecador arrependido.
Mas foi recebido como filho querido,
Sem ofensa e sem penitência
Pelo seu Pai amoroso,
Sob o queixume do irmão mais velho.
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