Ter - 10.11.2020 - 16 h 44 m
Mesmo morando em bangalô, suas
Inóspitas cavernas continuam ser seu nicho,
Sem evolução humana,
Ainda sendo bicho.
Mesmo sendo digital, seus punhos fechados
São prece ao vento,
Nos cercando com seus medos.
Mesmo com tudo automatizado,
Vivendo a era JETSON: Desde criança
Robótica até o homem robotizado, suas
Ilhas digitalizadas: Com face, sem rosto,
Com touch screen, sem carícias,
Com três D criando tudo: Permanecem
Escaneados por seus dedos primitivos.
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