Com a manga
Que me insultamEu me alimento,
Visto tuas roupas
E clareio
Tua
Vida.
Com a ata
Dos teus nós
Eu me desato,
Me amarrando em nós,
Anotando tudo
Pra não esquecer
De nada.
Com a pena
Sem dó de ti,
Tornamos asas
E juntos voamos,
Escrevendo histórias
Sem duras penas,
Que valerão apenas.
Com a massa
Me construo
E também me alimento,
Mas quando eu ponho
A mão na massa,
Eu me ligo a ti, minha maçã,
E vejo quanto a vida é massa.
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