Oitenta e nove!
Tu és o noventa
Do nosso dois mil
E dezoito, que apesar de
Muito tempo, tu és o
Mesmo Noventa do
Nosso setenta e nove.
Parece maluquice,
Ou até criancice,
Ou quem sabe meninice,
Ou talvez uma tolice,
Ou uma esquisitice,
Mas eu não vi meu
Filho Crescendo.
Eu chego à velhice
Sem te ver Crescer.
Não que eu tenhaSido pai ausente.
E se ainda o fosse,
Não te veria
Crescido.
Por mais que a tarde
E a noite te quiserem
Fazer Amanhã, com os
Teus ontem e hoje,
Tu me serás Sempre manhã:
Por mais que os outros
Assim não te vejam:
Filho amado querido meu.
Nenhum comentário:
Postar um comentário