Seg - 23.10.2017 - 07 h 03 m
A esse,
Demostramos, apenas,
A presunção de nossas inocências,
Embora não o queremos
Em nossas presidências,
Somente o mantemos
Pros outros não temerem.
Tá sim alguma coisa errada,
Na seara do milharal,
Com seus milhos grandes
E pequenos a desbulharem
Dividindo espigas ao meio,
No celeiro urbanístico.
No tabuleiro do poder,
Onde todos reinam,
Com jucás nas mãos do índio,
Massacrando os peões,
Olhando de suas torres,
Sem saírem do seus castelos.
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