Sab - 25.05.2019 - 13 h 50 m
Que o beijo de
Orfeu
Te faça Julieta,
Nos braços de Romeu,
Tecendo literatura,
Esperando Ulisses,
Bordando de
retóricas
Teu tempo,
Com todos os teus
dez,
Teu número de sorte,
Sem esqueceres as
Raízes que te mantêm
Em pé, te fazendo,
forte,
Na fé, ao longo da
Estrada de Damasco,
Onde Juarez
Já te via poetisa,
Nos livros
Da vida,
Te receitando
Literatura
Clássica,
Deixando teus
plectros
Mais abstratos,
Rabiscando
Tuas estrofes,
Com os teus
Versos concretos,
Recitados,
Vestindo a poesia
com a
Nudez de tuas inspirações
Metafóricas, lidas
por muitos
Agora, deixando as letras
Mais eufóricas, te
esperando,
Pra se fazerem
palavras,
Em teu uniVerso
literário.
E o barro se fez
costa,
Nos elogios de
Roterdã,
Sem descartar a
vida,
No penso, nunca
desisto,
Na manifestação das
Elucubrações que em
ti,
Ora, rege: Rejane Costa Barros.
Por isso: És digna da efígie:
De Marcus Tullius
Cícero,
Entre mães e
saudades três,
Em teu 16 de maio de
2019,
Com gratidões mil, e
emoções
Múltiplas,
ungindo-te com o bálsamo
Da imortalidade,
mais uma vez:
Em Tua cadeira Dez:
Na Academia Cearense de Retórica.
Como de uma lira a mais suave poesia. Saída e emanada de sentimento e significados. No grego, em católico, não importa a inspiração. Discifra as palavras em mente e coração. Poeta eclético.
ResponderExcluirAplausos poetisa filósofa que marca por onde anda.
ResponderExcluir