Seg - 01.03.1999
Na solidão desta Fortaleza vazia,
Nada me alegra,
Senão, sexta,
Em se fazer de triste segundas.
Por quê voas sexta?
Quando estou a segundos de vocês,
Em toda quietude de paz,
De eterno momento de mim.
Como são incontáveis as tuas segundas e cia,
Sem instante de mim a consolar de 97.5
Em me fazer de um eu inexistente,
No tempo infinito constante.
Solidão, saudade, segunda sou eu,
Sem tempo para mim, assim me consumes,
Segunda, sozinho, saudades de mim,
Assim me resumes, até tua quinta.
Fim de semana, que bom você veio!
Feliz posso ouvir: - Pailinho, vem cá!
- Papai arme Capri - Saudade amor!
Livre me faço, para fica comigo, só para amá-los,
Donos de mim, prisioneiros meus:
Assim sou eu, com vocês.
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