Sab - 29.02.2020 - 11 h 02 m
Entre dores
E lágrimas,
Nascem
Os sorrisos,
Em meio
A inquietude
Dos tempos.
E logo,
Tudo passa a
Ser esquecido,
Nas roupagens
Que ora vestimos,
No seres chamados
VOCÊS:
No mundo cheio de muitos,
No muito pouco de tudo,
No tudo do quase
Nada.
Nada que
Nada,
Nada.
Nada que agora
É tudo.
Tudo que somos
Agora,
Antes que se vão embora,
Ficando conosco
A saudade.
Saudade
Que nos
Devora,
Saudade que
Demora,
Quando conosco
Não estão.
Fazendo-nos
Morada
Da solidão.
Solidão que
Me
Apavora
Solidão que
Nos devora,
Quando na sala
De suas
Lembranças,
Não há momento
De nós,
Nos resquícios
De suas
Saudades.
Saudade que em
Mim devora
Saudade que me
Apavora.
Saudade da saudade
Que vocês não têm
Mais de mim, agora.
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