Dom - 24.01.2021 - 10 h 51 m
Em
Maria,
Vejo o
Mar que Ia,
Cantando Ária,
Enquanto ela ria,
Seguida por mim, sem ai
Em
Mario,
Velejo no Mar,
Soprado pelo Ar,
Nado no Rio,
Iluminada por Io,
E Rio.
Na
Serpente,
Vejo, de Repente,
O Ser que Sente
E um Ente que usa
Pente, em seu cabelo Rente,
No Presente, sem ser Res.
Na
Cascavel,
Toco, sem Asca,
A Casca com a Vel
Que Leva minha mão,
Para Vê-la, à luz de Vela,
Sem feri-la:
Fazendo-me ver
Em Atormente,
Ator que traz, em sua Mente,
Representatividade de um mundo
Melhor e diferente, onde os autores
Da vida possa viver, dignamente,
Seus papéis humanos.
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