Uma sala,
Sem lugar,
Um você
Quieto
A esperar,
Seu olhar,
Na entrada.
Em vão,
Aguardando
Tu voltares,
na porta
Esperando,
Estático,
Está.
E tu, feito
Teu nome,
Em endereços
Que não são
Mais teu,
Aprisionado
o deixaste:
Sem coleira,
Olhando o
Portão
De tua partida,
Sem ao menos
lhe dizer
Adeus.
Que não seja
Tão longa
Tua ida,
Na lembrança
Presa desse
Inerte
Olhar.
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