Sex - 08.05.2020 - 09 h 31 m
Dois mil e dois
Já se foi,
Faz tanto tempo,
E TU
Ainda
Tens
Medo?
MEDO
De defenderes
A cultura,
De defenderes
Teus pares,
Só pra
Te tornares ímpar!
Sendo
Atriz
E
Autora,
Como
Fora
Em 2002.
O zero
Se deslocou,
Sem
Esperança,
E AGORA,
Perdeste TU
O medo.
Medo do
Bêbado e da
Equilibrista,
Que os artistas
E os outros
Cantaram e cantam
Sem censura.
E tu, aqui,
Feito brisa,
Enaltecendo
O teu predileto,
Cheia de esperança
E sem MEDO,
Enumerando mortos.
Enumerando mortos.
E mesma, assim,
vais
vais
Regendo a arte,
Esquecendo a vida,
Presa em tua telinha,
Anestesiando a DOR
SEM 'oh, oh, oh!'?.
Excelente! O amigo poeta tem esse dom, essa qualidade de contar fatos em forma de poema.
ResponderExcluirObrigado pelo belíssimo e preciso comentário.
ResponderExcluirE nem namoras mais o "Brasil"...
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