Ter - 01.03.2022 - 09 h 19
Poema Dalangola
Nas noites das tavernas,
Nem todo mundo é ébrio,
Ninguém está de porre toda hora,
Nos momentos sóbrios da vida,
Numa tarde sem sarjeta
Numa tarde, sem igual, eu,
No meu universo, quedo, no
Ninho me aconchegando:
Nem frio, nem muito calor,
Na casa do meu amor.
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