Qui - 28.04.2022 - 21 h 29 m
Cálice(s) da sensatez
Vem tu, vento! SOPRA, só pra mim, as
TEMPESTADES das carícias
Vulcânicas, e as BRISAS
Dos carinhos suaves
DO MEU AMOR. VEM,
Não te demores. Traz
Nos teus redemoinhos e vendavais
Pelo menos o cheiro da minha amada,
Mas não me deixes aqui sem ela
Sem seu ar a me tocar, não
Há ar em mim.
Sou-me tão somente áridos
Desertos, sem
O seu oásis a me encontrar.
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