Sex- 01.10.2021 - 15 h 14 m
AdemirÁvel versejar
Diz
Me, por
Que andas, tão
Farta de nada, com
Os teus ossos a contar
Na tua pele, quase sem couro,
Explorando sua dor com brilho do teu
OURO? Do teu sorriso sem seu riso,
No exibir de minhas crianças, nos
Trânsitos de tuas estradas, as
Alimentando, mais ainda do
Mim, ensinando migalhas
Divisionárias aos
Teus,
Como
Se não
Fosse o ato
De tua comédia, na
Cena esquelética do teu palco,
O memorial eterno à bondade tua,
O ritual sacrossanto contínuo de tua nobreza
A aplausos dos teus pares com sons
E cores dos teus pães desmiolados
Totalmente; dos teus circos, sem
Mais rosto pintando; dos
Teus picadeiros fartos:
Distribuindo teu
Tudo.
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