Cálice(s) da sensatez
Trânsito maluco esse, do corredor
Humano, no cinema da vida,
Nos corpos movidos
A espírito, ANTES
Do último grito, quando o
Suspiro os silencia
TUDO fica monótono,
No tempo perdido do nada, que
De um dia restou, no hoje
Das lembranças,
Enquanto
Os seus viverem, na
Esperança
DE Um CÉU.
Céu que pode nem ser seu, nem meu,
Nem teu, nem do ateu. Mas céu
De todos os esquecidos,
Sempre Lembrado
Por Deus, sem ao menos
No CANTINHO de
Nossa memória estarem.
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