Qua - 07.11;2001
Há duas sedes, Há dois bebês,
Que as quero Que nos fazem
Insaciáveis: Pai, eternamente:
Sede de Deus, Os nossos filhos,
E sede de ti. E os outros.
Há uma, que não Há um,
Saciarei jamais, Que padrasto
A, de ti fazer pequena, Só nos faz,
Para hidratar meu ego. Enchendo-
Nos
Ha duas sedes De vazio,
Que se farão habitáveis: Se o copo
A, do Altíssimo, Não
E a, da família. Quebramos.
Há uma que Por isso, sede a
nunca habitarei Sede insaciável,
A, do mundo, Que busca a
para não Sede eterna
Enlamear E cede
Os imundos. Ao teu irmão.
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