No deserto Uma cadeira de palhinha,
De mim, Amiga de minha labuta,
Há oásis de nós, Hoje esquecida
Que de minha velhice De todos,
Fez restar: No seu pequenino quarto.
Uma bengala, No deserto de ti,
Companheira Não há oásis de mim,
certa Que de minha morte
De minhas faz lembrar
Pernas Uma lição de vida,
Trêmulas. Quase que perfeita,
Uma Haja vista,
Cadeira O tempo me
De balanço, Fazer eterno,
Porto seguro Por mais que me
De minha solidão. Queiras renegar.
Cadeira O tempo me
De balanço, Fazer eterno,
Porto seguro Por mais que me
De minha solidão. Queiras renegar.
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