sábado, 22 de outubro de 2016

Filho!

Sex - 30.09.2016 - 12 h 06 m

Filho! parece que não cresce,
A gente até esquece
Esse tempo que não passa,
Da criança-menino-rapaz-homem.

Homem do rapaz-menino,
Da criança sempre viva dentro de nós,
Na dinamicidade temporal,
Que parece estática ser.

Pois o menino-rapaz-homem,
Nossa criança sempre será,
Nesse tempo que não passa
E nunca há de passar,
Do filho que não cresce,
No nosso homem,
Que de menino não passa:

No tempo de você,
Fazendo nossa unidade,
Valendo nossa idade a sua mocidade,
No planeta dos pais,
No universo dos filhos,
Nas horas sem intervalos,
Dos seus segundos guardados,
Sem segredos,
Nas histórias dos nossos enredos.

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