Qua - 12.10.2016 - 02 H 01M
Quem quiser chame os seus de crionças,
os nossos serão sempre nossas crianças,
Sem nunca serem jovens aborrecentes,
Nos convívios de suas adolescências,
Sem serem, até hoje, adultos incorrigíveis,
Heranças dos seus avós corrigíveis.
Nas inocências de suas meninices,
Ríamos do certo, mas nunca do errado.
Dividíamos diante das necessidades,
Multiplicando gestos de humildades,
Somando todos com igualdades,
Sem diminur e nem reduzir ninguém,
E nem torná-los restos de suas sobras,
No fora novo das desigualdades.
Sem crianças mimadas
Os aborrecentes se fizeram inexistentes.
Por serem filhos amados,
Logo adolescentes se firmaram,
Na convivência de todos os dias,
Sem momento nenhum de conivência.
Pois o tempo, o grande mestre,
É o único professor nas três fases da vida.
E todas elas em uma só se resumem,
Na escolha do caráter da escola humana,
Onde o permissivo desmedido,
E a omissão excessiva só estragam,
Levando o mundo a punir nossos adultos,
Por não os termos corrigidos,
Quando crianças,
No presente, sem presente,
Da presença ausente,
Dos nossos dia-a-dia que sempre se adia.
Obrigado DEUS!
Pelo pais e filhos que temos.
Eles nos presentearam
De filhos e pais que hoje somos.
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