Qui - 29.06.2017 - 07 h 43 m
Aos meus três A todos vocês,
Que sempre Que direto ou
Nos fazem Indiretamente,
Quatro, Sempre
Sem nunca Estevem
Deixarmos Comigo,
De ser um, Todo o
Todo meu Meu
Paimego. Paimigo.
Aos meus pais, E ao
Que nunca me PAI
Deixaram só, ETERNO,
Ensinando em Todo
Sua cumplicidade Meu
O quanto vale Ser,
Meu existir, Sem
Todo meu Meu
Paimado. Ter.
Em pleno dia homenageando a Data Magna do Ceará, Libertação dos Escravos no Estado, deparo-me com tão bela poesia em que o nosso bardo Ademir fala magistralmente sobre a Família. Valeu, Poeta!
ResponderExcluirObrigado nobre Tadeu.
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