sábado, 15 de junho de 2019

Reja-me, eloquência

Sab - 25.05.2019 - 13 h 50 m

Que o beijo de Orfeu
Te faça Julieta,
Nos braços de Romeu,
Tecendo literatura,
Esperando Ulisses,
Bordando de retóricas
Teu tempo,

Com todos os teus dez,
Teu número de sorte,
Sem esqueceres as
Raízes que te mantêm
Em pé, te fazendo, forte,
Na fé, ao longo da
Estrada de Damasco,

Onde Juarez
Já te via poetisa,
Nos livros
Da vida,
Te receitando
Literatura
Clássica,

Deixando teus plectros
Mais abstratos,
Rabiscando
Tuas estrofes,
Com os teus
Versos concretos,
Recitados,

Vestindo a poesia com a
Nudez  de tuas inspirações
Metafóricas, lidas por muitos
Agora, deixando  as letras
Mais eufóricas, te esperando,
Pra se fazerem palavras,
Em teu uniVerso literário.

E o barro se fez costa,
Nos elogios de Roterdã,
Sem descartar a vida,
No penso, nunca desisto,
Na manifestação  das
Elucubrações que em ti,
Ora, rege: Rejane Costa Barros.

Por isso: És digna da efígie:

De Marcus Tullius Cícero,
Entre mães e saudades três,
Em teu 16 de maio de 2019,
Com gratidões mil, e emoções
Múltiplas, ungindo-te com o bálsamo
Da imortalidade, mais uma vez:
Em Tua cadeira Dez:

Na Academia Cearense de Retórica.

2 comentários:

  1. Como de uma lira a mais suave poesia. Saída e emanada de sentimento e significados. No grego, em católico, não importa a inspiração. Discifra as palavras em mente e coração. Poeta eclético.

    ResponderExcluir
  2. Aplausos poetisa filósofa que marca por onde anda.

    ResponderExcluir